Ultimamente, somos diariamente impactados por assuntos relacionados a 4.ª Revolução Industrial, contudo, apesar de novo, essa terminologia foi cunhada em 2010 em Hannover, na Alemanha, pelo professor Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial.
Como engenheiro de produção, falar de Revolução Industrial é algo inerente à jornada acadêmica, mas desde de 2014, quando o tema ainda era muito embrionário, principalmente no Brasil, por ser apaixonado pelo assunto, além de perceber com clareza que era uma onda se formando, decidi buscar por conhecimentos, o mais próximo da fonte possível, a fim de me preparar para quando ela chegasse.
Assim, nos dedicamos na construção de um estudo pautado em pesquisas diversas, que mais tarde veio a se tornar um Mestrado, com o seguinte tema: “Como a utilização do Waze, impactou no trânsito da cidade de São Paulo, impulsionou o mercado de mobilidade urbana e como esse fenômeno explica a 4.ª revolução industrial”, apresentado e aprovado no Centro Universitário de Lisboa.
O objetivo era muito maior do que estudar as mega tendências da Revolução ou cases de grandes Companhias, mas entender o fenômeno. Com isso, criamos o que chamamos de “o mecanismo de revolução”, ferramenta que nos permite estar aptos a conduzir negócios e vidas, “para navegar em novos mares, uma boa bússola e entender a maré”.
Em “Indústria 4.0, ameaças ou oportunidades”, entrega-se uma palestra dinâmica e descontraída, a desmistificação do conceito por traz da 4.a Revolução Industrial: o que é essa onda e o que ela está carregando, utilizando como metodologia, exemplos de cases e pesquisa de como mercados estão sendo totalmente modificados por empresas como Uber entre outras.