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Lojas Renner

Você pode estar se perguntando como uma grande empresa do varejo pode se tornar circular? A resposta para essa pergunta não é tão simples, mas, com certeza, vale muito dinheiro. É essa pergunta que as Lojas Renner vêm buscando responder desde 2018 quando lançou o selo Re-Moda Responsável e iniciou o diálogo sobre sustentabilidade com seus consumidores, investidores e toda a cadeia produtiva.

O selo Re não é o primeiro ponto de contato das ações de sustentabilidade da marca com o público. A Renner é a maior varejista de moda brasileira (lucro líquido de R$ 732,7 milhões em 2017) e já está comercializando peças produzidas com o que eles chamam de matérias-primas menos impactantes há algum tempo como o fio reciclado, criado a partir de material têxtil e/ou plástico (PET); com o liocel, fibra de origem renovável extraída da fibra de madeira de árvores de fácil crescimento num processo de baixo impacto; e o algodão certificado Better Cotton Iniciative. Já foram 3 milhões de peças vendidas no mix de produtos de moda e para 2018 a previsão é de que esse número chegue a 10 milhões.

As Lojas Renner também foram uma das primeiras empresas de moda a incorporar um departamento de sustentabilidade, em 2007, e trabalhar de forma ativa para diminuição de impacto ambiental e maior eficiência nos processos produtivos. Inclusive, junto com o lançamento do Re – Moda Responsável, a empresa divulgou alguns compromissos para 2021: ter 80% dos produtos feitos com matérias-primas e processos menos impactantes; utilizar algodão certificado em 100% de sua cadeia de fornecimento; ter 75% do consumo corporativo de energia proveniente de fontes renováveis; reduzir em 20% as emissões absolutas de gás carbônico (CO2); e ter 100% dos fornecedores certificados por entidades internacionais. Vamos acompanhar. 

Em julho de 2020, com o propósito de construir uma moda cada vez mais consciente, a Renner lançou uma nova edição de Re Jeans, com diversos atributos sustentáveis, confeccionada dentro do conceito de fechamento de ciclo da Economia Circular. Seu diretor presidente, Fábio Faccio, defendeu essa conscientização da Renner e a mudança de mindset que vem trazendo resultados positivos para a marca e para os negócios. “A Renner tem avançado em sua proposta de moda responsável com uma estratégia consistente, inovando em processos e métodos em colaboração com sua rede de fornecedores. O novo Re Jeans representa mais um passo nesta direção, ao reunir qualidade, informação de moda e diferentes propriedades menos impactantes ao meio ambiente”(*). Atualmente, 75% de todo o jeans da Renner já é feito a partir de materiais e/ou processos de menor impacto. Desde 2017, a marca comercializou quase 90 milhões de peças responsáveis.

(*) –  Disponível em https://bit.ly/3qmEcQQ, acesso em 16 de setembro de 2020.

C&A Modas

A estratégia global de sustentabilidade da C&A tem o desafio de pensar como a Economia Circular se conecta ao negócio. A empresa traz a proposta de se transformar em uma indústria de vestuário que utiliza e reutiliza materiais seguros, protegendo ecossistemas e fornecendo trabalho digno às pessoas. O que ela quer: “produzir produtos considerando seu próximo ciclo de uso”. A C&A não utiliza mais a expressão “fim de vida”, mas sim “fim de uso”. Essa é a filosofia da moda circular.

A C&A participa do Programa Circular da Avery Dennison, gerenciado pela Boomera, empresa especializada em Economia Circular. O programa circular consiste na reciclagem de três tipos de resíduos gerados na conversão e uso final de rótulos autoadesivos: liner papel, liner filme (poliéster) e esqueleto filme. Assim, a empresa tem a garantia da correta destinação desses resíduos e a sua reinserção em outros ciclos produtivos. A participação no programa está alinhada com nossa Plataforma Global de Sustentabilidade e com a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Outra frente de ação é a Certificação Cradle to Cradle (C2C) que garante a produção de roupas que pudessem ser totalmente compostáveis em seu quintal. A novidade chegou ao mercado brasileiro no segundo semestre de 2017 em sete cores diferentes e dois modelos. No final de 2018, a C&A apresentou a calça jeans mais sustentável do mundo, desenvolvida com materiais completamente sustentáveis, sendo novamente a primeira varejista de moda a oferecer um jeans com a Certificação Cradle to Cradle™ nível Gold. Em 2020, a empresa lançou a quarta coleção, que conta também com bermuda e saias jeans. As peças foram desenhadas para que sejam recicladas ou reutilizadas, portanto, levando em conta seus usos futuros.

Por meio da Certificação C2C, a C&A dá um importante passo em direção a um futuro mais sustentável e circular, um futuro que promove um ciclo de utilização, reutilização e renascimento das roupas. Além dos produtos certificados C2C, a C&A também apoia a logística reversa por meio do programa ReCiclo, que oferece aos clientes o descarte de roupas usadas em 150 lojas no Brasil. A proposta do programa é receber roupas em boas condições para estender sua vida útil, seja por meio de doação ou a manufatura reversa, que recupera os materiais e direciona para outras indústrias.

Bio Mason

A BioMASON é uma empresa especialista em construção verde. Ela fabrica produtos de alvenaria de concreto como ladrilhos e pavimentação sem usar o cimento tradicional. Em vez disso, areia, bactérias e água rica em nutrientes são misturadas e, quando essa mistura fermenta, bilhões de bactérias criam cristais de carbonato de cálcio que unem os grãos de areia, semelhante ao uso de cimento. Este método produz materiais de construção biocement® de alta qualidade por meio de um processo neutro de dióxido de carbono.

A BioMASON desenvolveu uma alternativa biológica aos materiais de concreto à base de cimento, empregando microrganismos e processos naturais que usam o carbono como um bloco de construção fundamental. A BioMASON está posicionada para escalonar e comercializar materiais de construção biocement® e defende o uso da biotecnologia em novos setores industriais. 

O concreto é usado em toda a construção, mas o processo de fabricação atual não é neutro para o clima. O insumo tradicional é o cimento, que é queimado a até 1.000 ° C. Isso requer grandes quantidades de combustíveis fósseis e a indústria de cimento é responsável por cerca de 8% das emissões globais de dióxido de carbono.

Além de ser neutro para o clima, o método bioMASON traz, entre seus benefícios, a redução no consumo de energia e emissões zero em gás carbono, se comparados ao produto tradicional. A bioMASON é um excelente exemplo de como integrar ciclo técnico e biológico para melhorar o desempenho ambiental de produtos.

Santa Luzia

O mundo assiste com preocupação os alertas de painéis e conferências climáticas sobre a elevação da temperatura global, causada pela emissão de gases causadores do chamado Efeito Estufa, e o aumento exponencial da geração de resíduos, especialmente os de plástico. Você sabia que cada pessoa utiliza, em média, 40 kg de plástico por ano? O mundo gera mais de 300 milhões de toneladas de lixo plástico por ano, mas o índice de reciclagem é de 9% – no Brasil, chega a 2%. Estima-se que, para atender a demanda crescente por conta do aumento da população global, chegaremos em 2030 a 550 milhões de toneladas de lixo plástico. Os últimos dados de 2018, divulgados no início de 2020, reportam que o Brasil gerou 79 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSUs) em 2018, uma média de 216.629 toneladas por dia. Para atingir este patamar, cada habitante gerou em média 380 kg de resíduos naquele ano, algo em torno de 1 kg por dia.

A solução para números tão alarmantes passa por iniciativas inovadoras. É o caso da Indústria Santa Luzia em Santa Catarina, que redirecionou sua base de produção de perfis decorativos e revestimentos da madeira para resíduos plásticos no início dos anos 2000. A empresa recolhe sobras, aparas e resíduos de plásticos como Isopor® (poliestireno expandido ou EPS) e poliuretano (PU) a partir de parcerias com empresas e cooperativas, transformando-os em materiais de construção reciclados e recicláveis.

Desde a mudança de matéria-prima, quase 50 milhões de kg de resíduos de EPS e PU foram reciclados pela empresa, fundada em 1942 como uma modesta fabricante de espelhos, sediada em Braço do Norte (SC). Ela é exemplo para outras empresas que querem começar a transição para a Economia Circular.  Fundada em 1942, a empresa que produzia espelhos, mudou seu foco em 1996 para molduras feitas de madeira. Mas foi em 2002 que a Santa Luzia revolucionou sua produção: ao desenvolver um novo processo, conseguiu substituir 98% de sua matéria-prima, migrando da madeira para o uso do EPS (Poliestireno Expandido) reciclado, popularmente conhecido como Isopor®.

Para substituir a madeira, a Santa Luzia criou um processo de compactação de resíduos de EPS – ou isopor -, o que viabiliza a logística de captação desse material. A partir do poliuretano ou do poliestireno reciclados (que são uma espécie de plástico), a empresa produz perfis, molduras, revestimentos de pisos e paredes, com foco em alto padrão de qualidade, durabilidade e na minimização de impactos no meio ambiente.

Hoje a empresa alia sua expertise artesanal em molduraria com processos industriais inovadores de reciclagem de resíduos. Composto em 98% de ar, o isopor é um material leve e que ocupa muito espaço, o que dificulta sua coleta por catadores e cooperativas, que levam o peso do material como referência. Muitas pessoas também desconhecem que o Isopor é um plástico 100% reciclável. Cerca de 34,5% do EPS que acaba no lixo é reciclado e a Santa Luzia é responsável por uma parcela considerável deste índice. Para isso, a empresa desenvolveu um know-how logístico, fabril e comercial que hoje a coloca na condição de exemplo de logística reversa no País.

CPPack

Vamos visitar a alternativa que a CBPak encontrou aos usuais plástico e isopor para o desenvolvimento de embalagens. Fundada em 2002, a empresa usa fécula de mandioca brava como matéria-prima para seus produtos, permitindo que estes sejam 100% compostáveis, ou seja, depois de utilizada, a embalagem vira adubo. Além da inovação no uso de materiais naturais e renováveis, a CBPak opera também em um modelo de produto como serviço: a empresa retém a propriedade da embalagem, cuidando da operação de logística reversa para garantir que esta seja direcionada à compostagem por meio de parceiros em locais próximos ao uso dos produtos.

A empresa começou em 2002, as embalagens foram desenvolvidas em cinco anos, mas só chegou ao mercado em 2012. Agora, em 2020, a empresa está passando por um processo de modernização da fábrica, de tecnologia e de operações, prometendo boas novidades em breve. Vamos aguardar. 

Algramo

E se você pudesse consumir somente aquilo que importa? Aquilo que entrega a função que você precisa? E mais, comprar somente o quanto precisa? Essa é a proposta da Algramo, uma startup chilena idealizada em 2012, para permitir que o consumidor adquira somente aquilo que precisa, de forma fácil, reutilizando suas embalagens. 

Com um slogan simples, mas que funciona: ‘pague pelo produto, não pela embalagem’, o cliente economiza dinheiro e salva o planeta utilizando embalagens inteligentes e que são reutilizadas e recicladas, quando necessário. A ideia da startup surgiu quando seus idealizadores perceberam que famílias mais humildes, que vivem na periferia, pagam preços excessivos por bens essenciais porque só conseguem comprar pequenas quantidades por vez. Segundo a empresa, produtos em embalagens menores podem custar de 30% a 50% a mais se comparados com embalagens maiores.

A Algramo comercializa produtos alimentícios (arroz, feijão, açúcar, etc.) e de higiene (detergentes em pó e líquido) em formato granel através de máquinas de vendas: para fazer a compra, basta colocar a embalagem no local indicado, selecionar o produto desejado, inserir as moedas e pressionar um botão. Os clientes compram as embalagens, que são reutilizáveis, mas quando estas chegam ao fim de seu ciclo de vida, podem ser trocadas por descontos ou por novas embalagens, sendo as velhas encaminhadas para reciclagem. Do lado do consumidor, compra-se a quantidade desejada sem perdas de escala no preço por grama.

O foco da proposta de valor é eliminar as embalagens de uso único. Em parceria com Unilever e Nestlé, a Algramo está transformando a forma de vender produtos. Ao usar o serviço, os usuários ganham recompensa em um esquema de gamificação. O protótipo é uma forma de validar o modelo de negócio, cujo principais benefícios incluem: redução da geração de resíduos de embalagens de plástico; redução do custo de transporte e logística; venda fracionada; pontos de coleta de embalagens descartadas, facilitando a logística reversa.

Além das máquinas de venda, a empresa começou, no início de 2019, a fornecer o serviço em unidades móveis (basicamente máquinas de venda montadas em cima de triciclos elétricos). Em maio, iniciou uma parceria com a Unilever para distribuição de produtos OMO e Quix nesse formato móvel e outros nove veículos foram lançados até o fim do mesmo ano. Os veículos circulam por bairros com o equipamento adequado para encher as garrafas reutilizáveis. Segundo a empresa, o sabão em pó OMO, vendido nos triciclos, é cerca de 30% mais barato do que nas prateleiras de supermercados.

Não sabemos até que ponto esse modelo de negócio pode ser escalado, mas considerando os parceiros envolvidos e os prêmios que a Algramo tem colecionado, o negócio tem muito potencial. E pode mudar a forma como consumimos. Assim esperamos.